Aguenta coração

sábado, 18 de dezembro de 2010

A Fadiga contemporania


É fadigo as vezes
Quando a luz bate nos seus olhos e nas cicatrizes do seu corpo
Expostas e escondidas
Sinto-me vendo um filme já visto
Não s por mim admirador da 7º arte
Mas por todos que em solidão se desvariam assistindo
A secção da tarde.
E lembrar que meus vídeos de visconde, Fellini e Pasolini
Estão mofados na estante.
Ah Cabíria, ingénua Cabíria
Dos meus sonhos ainda tão vagos.
Mas vem tirar de mim este gosto amargo.
È! Queria deixar de sonhar
Faz tempo que minhas emoções,
Virtudes, papéis, canetas e estiletes foram jogados ao alto!!!

1 comentário:

  1. Cara, realmente o seu poema reflete o momento de plena chatice que se encontra esta década de merda na qual vivemos atualmente.

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