Quero uma barra de açúcar para adoçar o meu poema
Amargura palavra que escrevo com mais força no papel e caneta não aguenta.
Seu retardo disfarça meu poema em uma pequena prova melancólica.
Uma armadilha linguística meramente niilista.
Só fingir só fingir...
A palavra esta suja e os papeis imundice
Sem gosto esse poema, eu sobre todas as coisas!
Como ficaria em latim, que sonoridade seria?
Como seria o poeta sem o veneno da loucura?
A futilidade das adversidades menos sóbrias.
Solidão e as palavras turvas.
Conteúdo sem sentido
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