Não penteie o meu cabelo
Esqueci de me trocar com as plumas
E meu veneno, ouso a alto controlar
Nessa mistura nesse desejo que vem os poucos me levar
Sempre no bolso um espelho que nunca uso pra me olhar
Com medo de ver as retinas delatadas com contraste da minha alma
Que não sabe o que quer mais
Um fio de desespero uma criatura sem medo
Alto ego disfarçado cômico trágico grego
Ciladas, ciladas, perguntas, perguntas
Respostas?
Lembrou um travesti com crise de identidade. KKkkkkkk...mas as palavras mais uma vez foram compostas numa ordem totalmente lucida e que faz o leitor querer ir até o final do texto. Esse é o proposito de um bom poema. Prender o leitor.
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