Eu sou o martelo que martelou o prego
Que perfurou a mão do cristo na cruz.
Sou a espada embainhada numa batalha,
Por um general infame e covarde no seu tempo de gloria.
Eu sou uma bala nunca disparada apenas guardada no quadro da sala.
Fui pouco de tudo, mas, muito de poucos.
Sou a roupa rasgada depois de uma briga
Sou o lixo jogado depois reciclado
E esquecido bem escondido em supermercado ou butique
Do bairro.
Sou a parte divisória de uma conta perdida no bolso de um jovem semita
Assassinado pelo colega de quarto.
Sou a resposta de muitos e a pergunta de todos
Porém não sou o nada e nem sou o tudo
Só sou o intermédio de outras tantas.
Em relação a este texto a única coisa que não conseguir ver uma rima coerente foi no trecho em que você inseriu a palavra bairro. Acho que a culpa foi da preposição que veio antes dessa palavra. E no finalzinho em que você termina com "intermédio de outras tantas. Acho que esse "tantas" quebrou a dinâmica do manuscrito, ah e o inicio eu quase havia me esquecido dele. não gostei do martelo que martelou. rsrsrsrs...ficou uma rima fraca na minha opinião!!!
ResponderEliminarconcordo com vc essa é uma fraquinha
ResponderEliminarmuito tempo que escrevir ela
mais a questão contexto e aconstrução poetica não é necessriamente rimada chocar as palavras é uma forma de linguagem que uso em meus poemas