Aguenta coração

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Lirismo convincente


Meus cantos poéticos
se rederam a tua rima, tua malicia...
sem sonhos de sua boca sobre a minha.
sem historias encantadas de filhos e novas filosofias.
meu canto virou desencanto, só me restou o pranto
e as lembranças inventadas que estive em teu lado.

a inconsciencia pertubante.


Não penteie o meu cabelo
Esqueci de me trocar com as plumas
E meu veneno, ouso a alto controlar
Nessa mistura nesse desejo que vem os poucos me levar

Sempre no bolso um espelho que nunca uso pra me olhar
Com medo de ver as retinas delatadas com contraste da minha alma

Que não sabe o que quer mais

Um fio de desespero uma criatura sem medo

Alto ego disfarçado cômico trágico grego

Ciladas, ciladas, perguntas, perguntas

Respostas?

sábado, 25 de junho de 2011

Paciência, Consciência e mais o que?


Mas uma vez errei com você.
Alojou-se a magoa, aonde aconteceu?
Não foi em nenhum distante.
Só alguns quilômetros de fios, paredes, lixos buracos, aparelhos...
No meio de uma rede de um silêncio.
Uma frase, apenas uma frase e a poesia se cala.
Mesmo que chova mil palavras não houve desculpa, não houve ternura.
Apenas o espelho inconsciente refletindo as lembranças
Lembranças, lembranças...
E a esperança do amanha que não vai ser no outro dia.

domingo, 29 de maio de 2011

Transmutação irreverente neo-poetica.


Desapareceu a 8º essência da irreverencia
Vamos a sua procura encontrá-la, trancafiá-la.
Pelos becos, botecos, puteiros...
Onde haja vida em pedaços mal digeridos.
Onde haja morte sofisticada retilínea.
Salve as outras 7 irreverencias que já tenho em bolso.
Poetas e marginais possivelmente alcoólatras
Empreste-me por um momento a essência. Vamos!
Copular mais outras existências-irreverencias em doses
Artísticas no momento sintetizadas em poemas.